Etiquetas

Share

Nove ebooks de géneros variados


 
RESUMO
António Victorino D'Almeida - Os Devoradores de Livros
David Colbert - O Mundo Mágico de Harry Potter
Donald W. Winnicott - O Brincar e a Realidade
Gleason Archer - Enciclopédia de Temas Bíblicos - 1982
John Harding - A Menina Que Nao Sabia Ler - 2010
Marie Louise Von Franz - Alquimia
Robert Harris - Pompéia
Sarah Addison Allen - A Garota Que Perseguiu a Lua - 2012
Vinicius de Moraes - Para uma menina com uma flor - 1966
 
 ___________*___________


 
António Victorino D'Almeida - Os Devoradores de Livros
 
 

«Os devoradores de livros» é o mais recente título publicado pelo maestro António Victorino d'Almeida. Depois da saga literária de «Coca Cola Killer» e «Tubarão 2000», e da obra de fôlego «Toda a música que eu conheço», estes devoradores de livros «empurram-nos» de novo para o lado mais humorístico do autor. São alguns contos, em que a literatura, a filosofia e o «non-sense» andam sempre a par, servidos à mesa para uma leitura rápida e (quase) descomprometida, saborosa até, neste período de verão. São vários os títulos já publicados por António Victorino d'Almeida, personalidade multifacetada da cultura portuguesa. Destaca-se, claramente, na música, mas foi também realizador e escritor, entre outras incursões. Da obra literária, destaca-se, claramente, «Coca Cola Killer», um livro deliciosamente engraçado, que vale a pena ser lido, e que só podia ter saído da pena de alguém como o Maestro. Hoje foi dia de começar a «devorar», e, para já, sabe bem e recomenda-se.
 
 
 
 
David Colbert - O Mundo Mágico de Harry Potter
 
 
 
 
Um dos prazeres de ler J. K. Rowling é descobrir as divertidas referências à história, às lendas e à literatura que ela esconde em seus livros.
 
'O Mundo Mágico de Harry Potter' desvenda as pistas deixadas por Rowling e revela significados habilmente escondidos nas aventuras de Harry Potter.
 
Os leitores irão encontrar neste livro as fascinantes origens das criaturas mágicas citadas nos livros e histórias de alquimistas e feiticeiros, reais e imaginárias, através da contribuição de escritores tão variados como Shakespeare, Flaubert, Dickens, Ovídio e Tolkien.
 
Não se preocupe se jamais tiver percebido nenhuma dessas pistas. Um dos mais extraordinários talentos de Rowling é sua habilidade de lançá-las sem quebrar o ritmo da narrativa. No entanto, quando você descobre que muitas de suas referências fazem parte de lendas de milhares de anos, as histórias ficam ainda mais saborosas.
 

 
Donald W. Winnicott - O Brincar e a Realidade
 
 
Nesta obra o autor se preocupa com os primórdios da vida imaginativa e da experiência cultural em todos os sentidos, e com tudo que determina a capacidade individual de viver criativamente e encontrar vitalidade na vida.
A apresentação que o Dr.Winnicott faz desse tema, vivamente ilustrada com material clínico, revela o sentido do encanto de viver que todos nós buscamos intuitivamente. O livro constitui-se num anexo importante à obra publicada do autor.seu interesse, bem como seu tema, é universal.
 
 
 
 

John Harding - A Menina Que Nao Sabia Ler - 2010
 
 
 
 
E se você fosse proibido de ler?
 
Em uma distante e escura mansão, onde nada é o que parece, a pequena Florence é negligenciada pelo seu tutor e tio. Guardada como um brinquedo, a menina passa seus dias perambulando pelos corredores e inventando histórias que conta a si mesma, em uma rotina tediosa e desinteressante. Até que um dia Florence encontra a biblioteca proibida da mansão. E passa a devorar os livros em segredo. Mas existem mistérios naquela casa que jamais deveriam ser revelados.
 
Quem eram seus pais? Por que Florence sonha sempre com uma misteriosa mulher ameaçando Giles, seu irmão caçula? O que esconde a Srta. Taylor? E por que o tio a proibiu de ler? Florence precisa reunir todas as pistas possíveis e encontrar respostas que ajudem a defender seu irmão e preservar sua paixão secreta pelos livros? Únicos companheiros e confidentes? Antes que alguém descubra quem ousou abrir as portas do mundo literário. Ou será que tudo isso não seria somente delírios de uma jovem com muita imaginação?
 
 
 

Marie Louise Von Franz - Alquimia
 
 

Sinopse:
 
Série de conferências pronunciadas pela doutora Marie-Louise von Franz, uma das mais fervorosas defensoras do famoso psicólogo Jung, no Instituto Carl Gustav Jung de Zurique, em 1959.
 
"Meditei muito sobre a forma em que devia dar este curso destinado a introduzi-los no simbolismo da alquimia, e me decidi por uma breve interpretação de muitos textos, em vez de optar por um texto único como em outras ocasiões. Como as conferências serão nove, proponho-me dar três sobre a alquimia na Grécia antiga, três sobre a arte alquímica árabe e as três últimas sobre a alquimia européia tardia, de modo que delas se obtenha ao menos um vislumbre de cada fase da evolução desta ciência.
Como vocês sabem, o doutor Jung consagrou muitos anos de estudo a este tema, que praticamente exumou da estrumeira do passado, já que se tratava de um domínio da investigação desdenhado e esquecido que ele conseguiu ressuscitar.
O fato de que agora um mínimo folheto vende-se por uns cem francos suíços, enquanto que há mais ou menos dez anos se podia comprar por dois ou três francos um livro excelente sobre alquimia, deve-se na realidade ao Jung, porque a não ser pelo interesse demonstrado por alguns círculos da franco-maçonaria, e posteriormente pelos rosa-cruzes, quando ele começou a trabalhar sobre o tema ninguém sabia virtualmente nada sobre a alquimia."
 


Robert Harris - Pompéia
 
 
O jornalista e escritor inglês Robert Harris é um competente criador de romances históricos. Seus livros se destacam da cambulhada de obras produzidas nesse gênero pelos enredos envolventes e, sobretudo, pela pesquisa acurada – Pompéia, além das informações históricas, traz lições de vulcanologia. Nesse livro, o herói é um engenheiro que trabalha na construção de aquedutos e enfrenta a política corrupta da cidade de Pompéia. O grande feito de Harris é manter a atenção do leitor até a última página, mesmo quando o final é conhecido: Pompéia foi arrasada pela erupção do Vesúvio no ano 79 d.C.
 
 
 
 

Sarah Addison Allen - A Garota Que Perseguiu a Lua - 2012
 
 
 
 
Imagine no ar um cheiro de baunilha, folhas de árvore pelo chão, casas antigas e imponentes, restaurantes com o melhor churrasco, e uma garota doce, pronto você está no universo de A Garota que perseguiu a Lua, da autora Sarah Addison Allen, da editora Planeta.
 
Emilly Benedict se mudou para casa do avô em Mullaby depois da morte da mãe. Ao chegar a cidade conhece o avô que não sabia que exista, um homem gigante e gentil que não sabe como lidar com a neta. A cidade poderia ser como outra qualquer do interior americano, mas existem coisas inexplicáveis que desafiam a razão de Emilly: primeiro o papel de parede de seu próprio quarto muda sem explicação, segundo luzes estranhas aparecem na noite e somem do nada, terceiro sua mãe parece não ter sido na cidade a pessoa que ela conheceu.
 
O que poderia ser apenas uma história de recomeço na verdade é uma trilha de mistério, Emilly precisa não só encontrar um lugar onde sua mãe não era querida, como amenizar o que ela deixou para trás. Ao mesmo tempo em que conhece Julia, uma doceria encantadora com quem cria laços, e Win, o filho misterioso do prefeito.
 
Encantadora é a palavra que define a narrativa de Allen, que é capaz de criar um clima acolhedor e único, com muito doce no ar! A narrativa se desenvolve em terceira pessoa, sob o ponto de vista em especial de Emilly e Julia. Embora os acontecimentos não se deem de forma rápida é tão delicioso descobrir os cantos e os habitantes de Mullaby que você mal percebe que a ação é branda.
 
Emilly é uma adolescente que só conheceu a mãe, não sabe nada sobre a família da mãe e logo sobre sua história. Quando se vê na casa do avô e descobrindo o que sua mãe fazia na sua idade, ela se choca com a mãe que não conheceu. Verdades mal interpretadas, mentiras propagadas e fatos ocultos formam o passado da família Benedict. E Emilly precisa elaborar seu luto  sem manchar a memória que tem dela.
 
Julia Winterson nasceu em Mullaby, tem uma história de vida triste, e se muda da cidade quando era ainda adolescente. Depois da morte do pai, volta para acertar os negócios do pai. Mas o que nunca imaginou foi que o trauma de seu passado que a marcou para sempre volta para cobrar uma resolução. E isso só é possível com Sawyer, e depois de perdoá-lo. Sua história é tocante, profunda, linda! A razão pela qual ela faz bolos é uma sublimação tocante! Julia, quero um de seus bolos!
 
Vance, avô de Emiily, é um homem gigante, e quando digo gigante me refiro a um homem grande mesmo, de mais de dois metros. Ele tem dificuldades em lidar com Emilly por medo de repetir os erros que teve com sua filha. Quando se dá conta de que elas são diferentes, e elabora a morte da esposa se torna um avô adorável e presente.
 
Win Coffey, filho do prefeito é quem puxa o sobrenatural na trama, com uma estranha característica, cria a revolução tanto quanto ao modo como sua família lida com isso a gerações, quanto a trazer a verdade sobre a história da mãe de Emilly. O único, talvez  'defeitinho' do livro, seria uma explicação mais aprofundada sobre essa característica dos Coffey.
 
A capa representa bem a atmosfera mágica mas totalmente tocável do livro. Cada início de capítulo tem uma diagramação diferenciada, que traduz bem a fluidez que as palavras são trazidas por Allen.
 
O fim é lindo, vibrei muito por Julia, fiquei muito contente, pois cada um de seus bolos foi capaz de atrair o que desejava. E agora toda vez que eu fizer um doce, vou me lembrar do que quero atrair, sempre achei os doces mágicos, féericos, mas ver isso colocado em uma história foi simplesmente encantador!
 
A Garota que Perseguiu a Lua é como uma fábula, nos ensina sobre o perdão mesmo quando o coração já parece tão despedaçado que não pode mais colar; a esperança diante do que parece ser o pior a acontecer; a magia nas pequenas coisas da vida e sobre o milagre que a cada dia nos convida a dançar com a vida.
 
 
 
 
 
Vinicius de Moraes - Para uma menina com uma flor - 1966
 
 
 
 
Vinicius de Moraes - como outros grandes poetas brasileiros - fez da crônica um exercício privilegiado de observação e reflexão. Antes, portanto, de o autor de "Soneto de fidelidade" se tornar também um dos maiores letristas da nossa canção popular, voltou-se para a prosa e colaborou enormemente para a popularidade da crônica no país.
Os textos de Para uma menina com uma florforam selecionados pelo próprio Vinicius entre aqueles que publicara em jornais e revistas ao longo de 25 anos, tendo 1941 como data inicial. A variedade de temas e de tons adotados é bem maior do que sugere o título escolhido por Vinicius, e o leitor descobrirá aqui algumas das marcas fundamentais de seus poemas: lirismo, emoção, ironia, apego à paisagem e ao fato cotidiano, bem como uma inequívoca capacidade de compreensão das dores e alegrias humanas. Some-se a isso o sabor singular da crônica, alcançado graças à adoção de uma linguagem clara, de um ritmo fluido e da conversão do acontecimento banal em assunto de interesse maior.
Além da rigorosa fixação dos textos, um alentado caderno de imagens - muitas delas inéditas - situa o livro em seu tempo e ilustra a biografia do autor. Às crônicas, seguem-se um posfácio escrito para esta edição, assinado pela professora e crítica literária Beatriz Resende, e a transcrição de dois textos que valem como documentos: uma entrevista com Vinicius de Moraes e um poema - inédito em livro - no qual o poeta homenageia sua musa, Nelita.
 
Link único para os 9 ebooks.
Ebooks diversos (13.0 MB)